3 de junho de 2026

HISTÓRIA POLÍTICA DO BRASIL: DO PERÍODO COLONIAL À DITADURA MILITAR

A história política do Brasil é marcada por grandes transformações que moldaram o país ao longo dos séculos. Desde o período colonial até os tempos da redemocratização, o Brasil viveu mudanças de governo, disputas de poder, avanços econômicos e também momentos de crise e autoritarismo.

BRASIL COLÔNIA (1500–1822)

Durante mais de 300 anos, o Brasil foi controlado por Portugal. A economia era baseada na exploração de riquezas naturais, no cultivo da cana-de-açúcar e posteriormente na mineração. Neste período, o trabalho escravo indígena e africano sustentou grande parte da produção econômica.

Entre os principais acontecimentos da época estão:

  • criação das capitanias hereditárias;

  • ciclo do açúcar;

  • mineração em Minas Gerais;

  • escravidão indígena e africana.

A colônia era administrada para atender aos interesses da Coroa Portuguesa, sem autonomia política.

MONARQUIA / IMPÉRIO (1822–1889)

Em 1822, Dom Pedro I proclamou a Independência do Brasil, encerrando oficialmente o domínio português. O país passou a ser um Império e teve sua primeira Constituição em 1824, que criou o chamado Poder Moderador, dando amplos poderes ao imperador.

Já no governo de Dom Pedro II, o Brasil viveu um longo período de estabilidade política, expansão do café e desenvolvimento econômico. Também ocorreram importantes acontecimentos como:

  • Guerra do Paraguai;

  • Lei Eusébio de Queirós;

  • Lei do Ventre Livre;

  • Lei Áurea, que aboliu oficialmente a escravidão em 1888.

REPÚBLICA VELHA (1889–1930)

Com a Proclamação da República, liderada pelo Marechal Deodoro da Fonseca, o Brasil deixou de ser monarquia e passou a ser uma república presidencialista.

Nesse período, predominou a chamada política do “café com leite”, marcada pela alternância de poder entre São Paulo e Minas Gerais. Também ficaram conhecidos o coronelismo e o voto de cabresto, práticas políticas que influenciavam diretamente o resultado das eleições.

ERA VARGAS (1930–1945)

Getúlio Vargas assumiu o poder após a Revolução de 1930 e promoveu profundas mudanças no país. Seu governo ficou marcado por:

  • criação da CLT;

  • fortalecimento dos direitos trabalhistas;

  • implantação do salário mínimo;

  • incentivo à industrialização;

  • centralização do poder.

Apesar dos avanços sociais e econômicos, o Estado Novo foi um período autoritário, com censura à imprensa e perseguição política.

REPÚBLICA POPULISTA (1945–1964)

Após a saída de Vargas, o Brasil voltou a viver um período democrático. O presidente Juscelino Kubitschek ficou conhecido pelo plano “50 anos em 5” e pela construção de Brasília, símbolo da modernização do país.

Nos governos seguintes, especialmente com Jânio Quadros e João Goulart, o Brasil enfrentou forte crise política e tensão social, criando um cenário que culminaria no golpe militar de 1964.

DITADURA MILITAR (1964–1985)

Com o golpe militar, os militares assumiram o controle do país. Durante mais de 20 anos, o Brasil viveu um regime marcado por:

  • censura;

  • perseguição política;

  • tortura;

  • fim das eleições diretas.

Ao mesmo tempo, houve crescimento econômico em determinados períodos, conhecido como “milagre econômico”. Porém, a falta de liberdade política marcou profundamente essa fase da história brasileira.

O PASSADO E O FUTURO

Entender a história política do Brasil é fundamental para compreender os desafios atuais da democracia, da economia e da participação popular. Conhecer o passado ajuda a população a refletir sobre decisões políticas e fortalecer a cidadania.

📌 Pesquisa e reportagem publicada nos canais do O Grande Norte.

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2 de junho de 2026

Festival da Cachaça: Produção esclarece rumores sobre estrutura

 

Festival da Cachaça: Produção esclarece rumores sobre estrutura e comercialização de espaços

Após diversas informações e comentários circulando nas redes sociais sobre a organização do Festival da Cachaça, nossa equipe entrou em contato com um dos produtores responsáveis pelo evento para buscar esclarecimentos oficiais sobre a estrutura, comercialização dos espaços e os rumores envolvendo “casadinhas”.

Segundo o produtor, é falsa a informação de que exista obrigatoriedade de compra casada para aquisição dos pontos comerciais. Ele explicou que a chamada “área do isopor” é opcional e somente é disponibilizada para quem adquire barraca no evento.

“Compra o espaço do isopor se quiser. A área do isopor é vendida apenas para quem compra a barraca. Se chegar alguém querendo comprar somente o espaço do isopor, não é vendido”, esclareceu.

Ainda de acordo com o produtor, sobre a denúncia feita por Chapinha e Bethinha, ambos estiveram no local e participaram normalmente da aquisição dos espaços. Inclusive, segundo ele, Bethinha adquiriu dois pontos comerciais e também uma área de isopor.

Outro ponto levantado nas redes sociais dizia respeito aos valores e formas de pagamento. A organização informou que o cronograma segue o mesmo padrão adotado no ano passado. Em 2024, o valor do ponto com barraca era de R$ 3 mil. Neste ano, o investimento passou para R$ 3.500,00, já incluindo uma estrutura moderna em Octanorm, modelo utilizado em grandes eventos e feiras, como a Expo Janaúba.

O produtor destacou ainda que o material utilizado será semelhante ao empregado em stands profissionais de exposições, proporcionando mais organização, segurança e conforto para comerciantes e visitantes.

Além da estrutura, a organização confirmou uma programação especial voltada para as famílias. Está previsto para o domingo à tarde um show infantil gratuito, viabilizado através de patrocínio da iniciativa privada, sem custos para o município. A programação contará ainda com brinquedos e distribuição de guloseimas para as crianças.

Segundo a produção, todos os comerciantes que adquiriram espaços até o momento demonstraram satisfação e compreenderam o novo formato do evento. O Sindicato também estaria investindo em melhorias para ampliar e organizar melhor a área de alimentação do festival.

A expectativa é de que o Festival da Cachaça deste ano apresente uma estrutura mais moderna e confortável, fortalecendo ainda mais um dos eventos mais tradicionais da região.

12 de maio de 2026

O Tribunal Superior Eleitoral vive nesta terça-feira um momento importante para a democracia brasileira.

O ministro Nunes Marques assume a presidência do TSE, tendo ao lado o ministro André Mendonça na vice-presidência da Corte. E a responsabilidade não será pequena.

A nova gestão terá pela frente a missão de conduzir as Eleições Gerais de 2026, em um cenário cada vez mais desafiador, marcado pelo avanço das fake news, pela necessidade de fortalecer a segurança das urnas eletrônicas e, principalmente, pela preservação da confiança da população no sistema eleitoral brasileiro.

O TSE tem um papel fundamental para garantir eleições transparentes, organizadas e seguras. E a chegada de novos dirigentes representa também a continuidade de uma tradição institucional baseada na alternância e na estabilidade democrática.

Nunes Marques traz experiência da magistratura federal e da Justiça Eleitoral, enquanto André Mendonça acumula atuação importante no cenário jurídico e administrativo nacional. Agora, ambos assumem a missão de conduzir uma das instituições mais estratégicas do país em um período decisivo para a democracia brasileira.



Pedágio da Fernão Dias terá novo reajuste a partir desta terça-feira

 








Motoristas que utilizam a Rodovia Fernão Dias (BR-381), principal ligação entre Minas Gerais e São Paulo, vão sentir mais um impacto no bolso a partir desta terça-feira, dia 12 de maio. A tarifa de pedágio da rodovia sofreu novo reajuste autorizado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

Com a mudança, o valor cobrado para carros de passeio poderá chegar a R$ 3,70 nas praças de pedágio administradas pela concessionária Motiva Minas-SP, responsável pela rodovia após assumir a concessão no lugar da antiga Autopista Fernão Dias.

Segundo informações divulgadas, o reajuste leva em consideração fatores como a inflação acumulada do período e os investimentos previstos no novo contrato de concessão, que inclui melhorias estruturais e obras ao longo da BR-381.

Atualmente, a Fernão Dias possui oito praças de pedágio distribuídas entre Minas Gerais e São Paulo. No trecho mineiro, os pontos de cobrança estão localizados em cidades como Cambuí, São Gonçalo do Sapucaí, Carmo da Cachoeira, Santo Antônio do Amparo, Carmópolis de Minas e Itatiaiuçu.

Este é o segundo aumento registrado em menos de um ano. No final de 2025, a tarifa já havia passado de R$ 3,00 para R$ 3,20. Agora, com o novo reajuste, usuários frequentes da rodovia, principalmente caminhoneiros, empresas de transporte e trabalhadores que dependem da estrada diariamente, demonstram preocupação com o aumento dos custos de deslocamento.

O governo federal informou que o novo modelo de concessão prevê uma série de investimentos nos próximos anos, incluindo recuperação do pavimento, ampliação de trechos, melhorias na segurança viária e modernização da infraestrutura da BR-381.

A Rodovia Fernão Dias é considerada uma das mais importantes do país, sendo responsável por intenso fluxo de veículos de carga e passageiros entre os estados de Minas Gerais e São Paulo.

11 de maio de 2026

Justiça julga improcedente ação e sentença favorece Anderson Brito em caso de prestação de contas eleitorais

O caso que gerou grande repercussão em Salinas e movimentou debates em grupos de redes sociais teve um novo desdobramento. A Justiça decidiu julgar improcedentes os pedidos apresentados na ação relacionada à desaprovação de contas eleitorais, reconhecendo que não houve comprovação de culpa atribuída ao advogado Anderson Brito. Durante todo o período em que o assunto esteve em evidência, muitas pessoas questionavam nas redes sociais e diretamente ao Dr. Anderson sobre quem realmente seria o responsável pela multa e pelas irregularidades apontadas no processo eleitoral. O tema ganhou ainda mais repercussão porque, segundo relatos e discussões públicas, o então candidato a prefeito e posteriormente prefeito teria utilizado meios institucionais e discursos políticos para atribuir ao advogado a responsabilidade pelos problemas na prestação de contas.

Entretanto, conforme destacado na sentença judicial, não ficou comprovado que a desaprovação das contas eleitorais ocorreu por falha exclusiva do profissional da advocacia. O documento afirma que a parte autora não conseguiu apresentar provas robustas e inequívocas capazes de demonstrar negligência profissional por parte de Anderson Brito.

A decisão ainda ressalta que as irregularidades apontadas estariam ligadas principalmente à ausência de documentos obrigatórios, extratos bancários, notas fiscais e outros registros exigidos pela Justiça Eleitoral, além de possíveis falhas no serviço contábil e na própria organização da prestação de contas da campanha. Outro ponto destacado pela Justiça foi a inexistência de provas contundentes de falha de comunicação atribuída ao advogado. Segundo a sentença, não foram apresentados registros suficientes, como mensagens, e-mails ou conversas, que demonstrassem omissão deliberada ou negligência por parte de Anderson Brito. O processo também apontou que parte da documentação essencial teria chegado ao conhecimento do advogado apenas próximo da sentença eleitoral, afastando a tese de inércia injustificada.

Ao final, o juiz concluiu que a parte autora não conseguiu comprovar os fatos alegados e decidiu:

“Julgo improcedentes os pedidos autorais”.


A sentença ainda determina condenação da parte autora ao pagamento das custas processuais e honorários advocatícios. O GRANDE NORTE trouxe informação da confirmação oficial O caso foi acompanhado de perto pelo CANAL O GRANDE NORTE, que realizou cobertura desde os primeiros debates envolvendo o tema. Na época, o canal já havia levantado questionamentos e informações de bastidores sobre a possibilidade de Anderson Brito não ser o responsável direto pelas irregularidades apontadas, o que acabou sendo confirmado agora pela decisão judicial.


A decisão reacende o debate sobre responsabilidade em prestações de contas eleitorais e também sobre o impacto de acusações públicas antes da conclusão definitiva da Justiça.

 O jornalista Hedi Wagner Barbosa, procurou o advogado Anderson Brito, para falar sobre o assunto, que se dispôs a falar em um outro momento sobre o desfecho da matéria. Procuramos por assessoria do kinca e ex vice prefeito Benoni, mas não obtivemos retorno até o fechamento desta matéria. 

Imagem extraída da rede social.


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