A situação da entrada do distrito de Ferreirópolis, em Salinas, é mais um retrato preocupante do abandono das comunidades rurais e distritais do município. Quem passa pelo local se depara com um cenário de total descaso: os bloquetes estão praticamente soltos — quando ainda existem —, transformando o acesso em um verdadeiro desafio para motoristas e pedestres.
Os buracos tomam conta da via, e não é raro ouvir relatos de transeuntes que têm seus veículos danificados, com o calçamento irregular chegando a bater no fundo dos carros. Uma realidade que coloca em risco não só o patrimônio das pessoas, mas também a segurança de quem precisa trafegar diariamente pela estrada.
Além disso, o matagal às margens das calçadas evidencia a falta de manutenção básica, dando ao local um aspecto de abandono completo. Como se não bastasse, a situação se agrava ainda mais com a existência de uma ponte na entrada do distrito que apresenta grandes fissuras, levantando um alerta sério: há risco real de colapso, e até o momento não há qualquer posicionamento oficial do município sobre providências.
É inadmissível que uma comunidade inteira conviva com esse tipo de problema há tanto tempo. A população cobra respostas, cobra ação. Ferreirópolis precisa de atenção urgente, antes que o descaso se transforme em tragédia.
O cenário atual reforça um sentimento cada vez mais presente: Salinas enfrenta um verdadeiro abandono quando se trata da manutenção de suas comunidades rurais e distritais. E quem paga o preço, mais uma vez, é o cidadão.
REPORTAGEM | DESCASO NO ESPORTE E LAZER DO BAIRRO NOVA ESPERANÇA PREOCUPA MORADORES
A realidade enfrentada pelos moradores do bairro Nova Esperança, em Salinas, escancara um cenário de abandono que já ultrapassa cinco anos e impacta diretamente a qualidade de vida da população, especialmente nas áreas de esporte, lazer e entorno de instituições de ensino.
Na tarde da última sexta-feira, 27 de março de 2026, o jornalista Hedi Wagner Barbosa esteve no local e acompanhou de perto situações que têm gerado revolta e preocupação entre os moradores.
Um dos pontos mais críticos está ao lado da Escola Walter Ferreira de Araújo, construída na atual gestão do prefeito Quinca Dias. Em períodos de chuva, o local se transforma em um verdadeiro lamaçal. A água se acumula em grandes proporções, formando poças extensas que mais parecem um brejo a céu aberto.
Além da dificuldade de acesso, o problema se agrava pela saúde pública: a água parada se torna ambiente propício para a proliferação do mosquito da Dengue, além do forte mau cheiro, descrito por moradores como semelhante a peixe podre.
A situação também preocupa nas proximidades do CEMEI Rosana Guimarães. A unidade, que deveria ser um espaço seguro e adequado para crianças, está cercada por mato alto, tanto na parte frontal quanto na área de lazer localizada atrás da escola. O cenário se completa com alambrados caídos e sinais claros de abandono, reforçando a sensação de insegurança.
O problema não se limita às instituições de ensino. O campo de futebol do bairro, que já foi palco de grandes jogos e momentos de integração comunitária, hoje apresenta um aspecto de total descaso. Bloquetes foram descartados dentro da área de jogo, o mato tomou conta do espaço e nenhuma ação efetiva de recuperação foi realizada até o momento.
Já a quadra poliesportiva do bairro Nova Esperança segue na mesma linha de abandono. Sem pintura, sem manutenção e com os pilares completamente enferrujados, o espaço se tornou impróprio para a prática esportiva, afastando jovens e moradores que antes utilizavam o local para lazer e convivência.
Diante desse cenário, a comunidade cobra providências do poder público. O abandono das áreas de esporte e lazer não apenas compromete o bem-estar da população, mas também enfraquece o papel social desses espaços, fundamentais para o desenvolvimento de crianças, jovens e para a integração da comunidade.
A reportagem segue acompanhando o caso e reforça o apelo dos moradores por ações concretas e urgentes que devolvam dignidade ao bairro Nova Esperança.
O médico Dr. Acilino Matias, um dos profissionais mais conceituados do Norte de Minas e referência em saúde na região de Salinas, marcou presença na V Jornada de Gastroenterologia e Endoscopia Digestiva do Norte de Minas, realizada na cidade de Montes Claros.
O evento foi promovido pela Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva em parceria com a Associação Mineira de Gastroenterologia, reunindo especialistas, médicos e profissionais da saúde de diversas regiões para troca de experiências, atualização científica e discussão das mais recentes técnicas e avanços na área.
Com mais de 30 anos de atuação em Salinas e região, Dr. Acilino Matias é reconhecido pelo compromisso com a medicina de qualidade, pelo atendimento humanizado e pela constante busca por atualização profissional. Sua participação em eventos dessa relevância reforça o compromisso com a excelência no cuidado à população.
A presença do médico na jornada evidencia não apenas seu prestígio na área, mas também a importância de manter os profissionais do interior conectados às inovações e práticas mais modernas da medicina, garantindo assim um atendimento cada vez mais eficiente e seguro para os pacientes da região.
Dr. Acilino Matias segue sendo um nome de confiança para a população salinense, consolidando uma trajetória marcada pela dedicação, experiência e respeito à vida.
🚨 REPORTAGEM | USINA ASFÁLTICA DE SALINAS ESTÁ HÁ MAIS DE 3 ANOS INOPERANTE
Imagens que começaram a circular nas redes sociais nesta semana reacenderam um debate importante em Salinas. Trata-se da usina de asfalto do município, que, segundo relatos, está há mais de três anos sem funcionamento desde que chegou à cidade.
Os registros, compartilhados principalmente em grupos de WhatsApp, mostram a estrutura parada, levantando questionamentos sobre investimento público, planejamento e a real utilidade do equipamento para a população.
A situação chama ainda mais atenção diante da necessidade constante de manutenção das vias urbanas e rurais, um dos principais desafios enfrentados pelos moradores.
Outro ponto que gerou repercussão foi a ausência de posicionamento por parte das autoridades. Vereadores do município tiveram acesso às imagens dentro de um grupo de WhatsApp onde o conteúdo circulou amplamente, mas, até o momento, não houve manifestação pública dentro do próprio grupo.
O mesmo cenário se repete em relação ao prefeito e ao vice-prefeito, que também visualizaram o material. Até o fechamento desta reportagem, não houve qualquer posicionamento oficial sobre a situação da usina.
A população agora aguarda esclarecimentos: por que a usina está inoperante há tanto tempo? Houve falha técnica, falta de planejamento ou abandono?
Seguimos acompanhando o caso e reforçamos o espaço aberto para que as autoridades se pronunciem e tragam respostas à sociedade salinense.
A situação da BR-367 na saída e entrada de Araçuaí, sentido Itinga, é simplesmente inaceitável. São apenas 7 quilômetros que se transformaram em um verdadeiro teste de paciência e resistência para quem passa por ali todos os dias. Enquanto boa parte do trecho até Itinga recebe uma nova camada de asfalto, garantindo mais segurança e dignidade para os motoristas, esse pedaço esquecido parece ter ficado para trás, seja por falta de recursos ou por intrigas políticas. O fato é que quem paga essa conta é o trabalhador, o caminhoneiro, o estudante, o cidadão comum. Não existe mais asfalto em muitos pontos, apenas remendos de uma eterna operação tapa-buraco que não resolve o problema. É uma vergonha que machuca e reforça a sensação de abandono que, infelizmente, ainda marca a história do Vale do Jequitinhonha. A população merece respeito, merece estrada de qualidade e merece ser ouvida.